Liberdade de expressão religiosa novembro 4, 2009
Posted by André Luiz in : Notícias , trackbackA sentença foi emitida hoje e refere-se a um recurso apresentado por Lautsi contra a exposição de crucifixos em instituições de ensino.
A Corte Europeia entendeu que a presença dos objetos em escolas constitui “uma violação dos pais em educar os filhos segundo as próprias convicções” e uma “violação à liberdade de religião dos alunos”.
A sentença é a primeira no âmbito de exposição de símbolos religiosos em locais de ensino.
Em 2002, Lautsi tinha pedido para o instituto público “Vittorino da Feltre”, localizado na cidade de Abano Terme, província italiana de Padova, frequentado pelos seus filhos, retirar os objetos. Mas a solicitação foi negada.
O Vaticano anunciou que não fará comentários antes de se informar sobre as motivações que levaram a Corte Europeia de Direitos Humanos a emitir a sentença contra a exposição de crucifixos em escolas. – Acredito que é preciso uma reflexão, antes de comentar o assunto – disse o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi, durante uma coletiva de imprensa para apresentar uma convenção sobre imigração.
A mesma posição foi defendida pelo presidente do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes, monsenhor Antonio Maria Vegliò. – Prefiro não falar desta questão do crucifixo porque são coisas que me dão muito desconforto – disse.
http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/03/e031119978.asp


Comments»
Decisão recente do tribunal europeus dos direitos humanos deu ganho de causa a uma italiana que exigia a retirada de crucifixos das escolas, o que vem causando uma grande indignação na Itália.
Mas não só lá. Na Grécia, país cuja população é quase que inteiramente ortodoxa, o metropolita Ieronymos convocou um Sínodo extraordinário para evitar que o descalabro determine a lei grega.
Os próceres da União Européia não conseguem esconder o rabo: como era de se esperar, buscarão moldar por cima a legislação das nações do continente. É mais um dos ensaios da globalização política que começou nos USA e com a ONU e que promete guerra implacável contra as religiões.